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TPM e TDPM: Qual a diferença?

Data publicação 30/05/2018
A tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM, afeta a rotina de muitas mulheres. Contudo, estudos apontam que a diferença de comportamento entre uma mulher e outra no período pode ser explicada pelo acréscimo de uma letra à equação: a D! Saiba mais sobre o assunto no post de hoje! 
 
Apesar de possuírem semelhanças, como o fato de começarem e terminarem no mesmo período, a TPM diz respeito a intensidade de sintomas de natureza física, enquanto a TDPM tem relação com os sintomas de natureza psíquica. Em outras palavras, a TPM faz com que as mulheres sintam incômodos, mas de forma moderada e passageira, enquanto a TDPM afeta a intensidade dos sentimentos e dos relacionamentos interpessoais. 
 
O diagnóstico da TDPM é feito através da avaliação de uma série de critérios, onde a paciente relata seus sintomas mais importantes no período pré-menstrual. Como não há exames laboratoriais para tal, os sinais devem estar presentes durante a maioria dos ciclos menstruais no último ano, e devem possuir um impacto significativo na rotina da paciente. 
TPM x TDPM
 
A TPM apresenta sintomas que se manifestam alguns dias antes da menstruação, como cólicas, dores de cabeça e nas mamas, inchaço, acne, insônia, ansiedade e fome em excesso. E, apesar de incomodarem, eles não incapacitam, e desaparecem logo no início do fluxo. A principal causa relacionada à condição é a alteração hormonal da mulher no período, e é possível amenizar os efeitos através da prática de atividades físicas, de uma rotina alimentar balanceada e da redução no consumo de sal. 
 
Já a TDPM afeta cerca de 3% a 8% das mulheres, e os sintomas são severos a ponto de deixar a mulher incapacitada para exercer atividades, tanto domésticas quanto profissionais. Alguns dos principais sintomas são a depressão, melancolia, desânimo, irritabilidade, choro, ira, descontrole emocional, distúrbio de apetite e insônia. Após o diagnóstico, é necessário seguir um tratamento que comumente inclui medicação específica e uma rotina diária de exercícios físicos, além de uma alimentação equilibrada. Em caso de dúvidas, não deixe de consultar um médico!